O teu dinheiro não precisa de sorte. Precisa de método.
Educação financeira não devia ser um privilégio. Ajudamos-te a perceber o teu dinheiro e a decidir com calma: guias que explicam cada palavra difícil, simuladores e comparadores que fazem as contas, tudo com fontes que podes confirmar, do fundo de emergência ao primeiro ETF e à reforma.
Não sabes por onde começar? Vê o percurso para iniciantes →
Quanto valeria o teu investimento? i
Valores de exemplo: ajusta-os aos teus. Com base na rentabilidade histórica aproximada de cada índice.
Simuladores que respondem a perguntas concretas
Sem registo, sem custo e sem email para fazer as contas. Escreve os teus números e vê o resultado na hora.
Juros compostos
Quanto vale a tua poupança daqui a alguns anos, separando o que pões de teu dos juros que o dinheiro rende.
Abre para veres todos os detalhes →Usar a mesma rentabilidade todos os anos é uma simplificação: no mercado, os valores oscilam e há anos com perdas. Deixa 0 nos campos que não se aplicam.
Com uma rentabilidade positiva, quanto mais tempo passa, maior é a fatia dos juros no total: nos primeiros anos, a maior parte do valor é o que puseste de teu.
Com uma inflação de 2% ao ano — o objetivo de médio prazo do Banco Central Europeu, fixo neste simulador e não uma previsão —, este valor compraria o mesmo que — compram hoje. Se a inflação for mais alta, sobra menos poder de compra.
Número FIRE
Os valores já preenchidos são só um exemplo: troca-os pelos teus e o resultado atualiza-se.
Abre para veres todos os detalhes →Queres o relatório detalhado por email? Abre o simulador completo →
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Reforma e renda mensal
Quanto acumulas até à idade da reforma e que renda mensal isso pode gerar.
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Renda estimada pela regra dos 4%: retiras 4% do capital no primeiro ano de reforma e, na formulação original da regra, esse valor mantém-se nos anos seguintes, atualizado pela inflação, deixando o resto investido. Não inclui a pensão da Segurança Social nem impostos.
Com uma inflação de 2% ao ano — o valor que o Banco Central Europeu tem como objetivo de médio prazo, aqui usado como pressuposto fixo —, o mesmo dinheiro compra menos daqui a uns anos. Em poder de compra de hoje, este capital equivaleria a — e a renda mensal a —/mês, e não aos valores em euros futuros.
A renda mensal é o complemento que o teu capital pode gerar: soma-lhe a pensão pública para teres o rendimento total na reforma. Assume uma retirada de 4% no primeiro ano de reforma e é antes de impostos.
Simulação ilustrativa, com pressupostos de set. 2026: retirada de 4% no primeiro ano de reforma e inflação de 2% ao ano, ambos fixos ao longo de todo o período. Não é aconselhamento financeiro, e os rendimentos passados não garantem os futuros.
Fundo de emergência
Quanto devias ter de lado e em quanto tempo lá chegas, se poupares todos os meses o valor que indicares.
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Pontos de partida do guia: 3 a 4 meses com emprego muito estável, sem dependentes e pouco endividamento; 5 a 6 com dependentes ou um só rendimento no agregado; 9 a 12 com trabalho independente ou rendimento muito irregular.
Este cálculo não conta os juros que o dinheiro possa render, nem a subida dos preços. O tempo depende só do que poupares por mês. Escreve os valores sem ponto nos milhares (1400, e não 1.400).
É este o valor que te dá tranquilidade se ficares sem rendimento. Não é para investir: o objetivo é poderes usá-lo de um dia para o outro, e não render o máximo.
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Objetivo de poupança
Tens uma meta e uma data. Quanto tens de pôr de lado todos os meses?
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Indica o objetivo, o que já tens e o prazo para veres quanto tens de poupar por mês.
Escreve a taxa já líquida de imposto: o cálculo não desconta impostos nem comissões, e as comissões, se as houver, baixam o que efetivamente recebes. Para prazos de 5 anos ou menos, taxas de rendimento elevadas implicam risco de chegar à data com menos do que precisas: não uses mais do que a taxa líquida de um produto sem risco. Os 3% que o simulador traz são só um exemplo: em setembro de 2026 estão acima do que os produtos sem risco pagam em termos líquidos (cerca de 1,7% a 2,3% no comparador de poupança de baixo risco); troca-os pela taxa que se aplica ao teu caso. Este cálculo assume uma taxa constante todos os anos (os mercados reais oscilam e podem ter anos de perdas).
Crédito habitação
Prestação mensal estimada e taxa de esforço, com e sem choque de taxa. Os campos vêm preenchidos com um exemplo: substitui pelos teus valores.
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Estimativa de prestação de capital e juros, com prestação constante e taxa fixa (o valor não muda ao longo do prazo; também se chama sistema francês). Num crédito de taxa variável, a prestação muda a cada revisão da taxa prevista no contrato, por isso o resultado vale para a taxa que indicares. Não inclui seguros, comissões nem Imposto do Selo (o imposto cobrado sobre o crédito). Os limites do Banco de Portugal são recomendações às instituições, correspondem a valores máximos e não substituem a avaliação de solvabilidade que o banco te faz: ficar abaixo deles não obriga ninguém a aprovar-te o crédito.
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Salário líquido i
Estimativa do que sobra ao fim do mês, depois de Segurança Social e retenção de IRS.
Abre para veres todos os detalhes →Só escolhas esta opção se o teu cônjuge ou unido de facto não tiver rendimentos englobáveis (como salários, pensões ou recibos verdes), ou se o rendimento de um de vós for igual ou superior a 95% do rendimento englobado. Usá-la sem cumprir estas condições obriga-te a pagar juros compensatórios (Código do IRS, artigo 99.º-F, n.º 3).
Outros rendimentos deste mês (opcional)
Tabelas I, II e III (Continente, 2026). Não contempla Açores e Madeira, deficiência com grau reconhecido para efeitos fiscais, IRS Jovem, subsídios pagos em duodécimos (repartidos pelos 12 meses) nem trabalho suplementar (horas extra). Confirma sempre com o teu recibo de vencimento ou a Autoridade Tributária.
Desconta-se 11% para a Segurança Social (taxa do regime geral) sobre o rendimento sujeito: tudo exceto a parte do subsídio de alimentação dentro do limite isento e os valores marcados como "só IRS". O IRS retido depende do escalão (cada faixa de rendimento tem a sua taxa), da situação familiar e dos dependentes. É um valor mensal estimado, não o IRS final do ano.
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Inflação e poder de compra
Preenche os três campos e vê o resultado: quanto valerá este dinheiro daqui a alguns anos, em euros de hoje.
Abre para veres todos os detalhes →O IPC (Índice de Preços no Consumidor, o indicador oficial da subida dos preços, calculado pelo INE) teve uma variação média anual de 2,3% em 2025. Em agosto de 2026, os preços estavam 3,3% acima dos de agosto de 2025 e, em média, nos 12 meses até agosto, 2,7% acima dos 12 meses anteriores. Começamos com 2,5%, entre o objetivo de 2% a médio prazo do Banco Central Europeu para a área do euro e essa subida média de 2,7%; muda-o se quiseres testar outro cenário. O cálculo assume uma taxa constante todos os anos, o que na prática não acontece — a inflação varia de ano para ano; o IPC é também uma média nacional, que pode não corresponder à inflação que sentes no teu próprio orçamento. Este resultado é uma ilustração, não uma previsão.
Se este dinheiro ficar parado, sem render, compra menos com o passar dos anos.
Amortização antecipada
Quanto poupas em juros e quanto tempo encurtas o crédito ao entregar ao banco um valor extra agora, além das prestações (a isto chama-se amortização antecipada).
Abre para veres todos os detalhes →Queres o relatório detalhado por email? Abre o simulador completo →
Escreve os montantes sem pontos nem espaços a separar os milhares (por exemplo, 150000, e não 150.000). Pressupostos: taxa de juro constante até ao fim e prestação só com capital e juros, sem seguros. É uma estimativa, não aconselhamento financeiro.
Não estão incluídos a comissão de amortização nem o Imposto do Selo — confirma os valores no teu contrato ou junto do teu banco.
Simulador de IMT 2026
Imposto Municipal sobre Transmissões, com as tabelas oficiais em vigor desde janeiro de 2026.
Abre para veres todos os detalhes →Condições: até 35 anos (inclusive) no dia da escritura, primeira compra de casa para morar, não ser dependente de ninguém no IRS do ano da compra e não ser nem ter sido, nos 3 anos anteriores, dono de uma casa, de parte dela ou de um direito sobre ela, como o usufruto. Se compram a dois, em partes iguais, e só um cumpre, escolhe «Não» e divide o IMT por dois (só até 330.539€; 413.174€ nas Regiões Autónomas).
Não inclui o Imposto do Selo (um imposto à parte, de 0,8% sobre o valor da compra, salvo isenção; no IMT Jovem, o Selo também tem isenção parcial, até 2.644,31€ de Selo isento no Continente; nas Regiões Autónomas, confirma o limite com a Autoridade Tributária), nem casos especiais (paraísos fiscais, zonas de reabilitação urbana, casas compradas por imobiliárias para revenda).
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Não inclui o Imposto do Selo (um imposto à parte, de 0,8% sobre o mesmo valor do IMT, salvo isenção; no IMT Jovem, o Selo fica isento até 2.644,31€ no Continente, o Selo de uma casa de 330.539€; nas Regiões Autónomas, confirma o limite com a Autoridade Tributária), nem casos especiais: empresas com domicílio fiscal em países ou territórios de tributação privilegiada (paraísos fiscais) ou controladas a partir deles, imóveis em zonas de reabilitação urbana, habitações de custos controlados em municípios que aprovaram o benefício (artigo 45.º-B do Estatuto dos Benefícios Fiscais) e casas compradas por imobiliárias para revenda. Nesses casos, confirma com a Autoridade Tributária ou um profissional.
Índices Bolsistas
Escolhe até 3 índices bolsistas (listas de empresas usadas como referência de um mercado) para comparar lado a lado, com base na rentabilidade histórica aproximada de cada um. Já marcámos dois exemplos (S&P 500 e MSCI World); muda à vontade.
Abre para veres todos os detalhes →O simulador assume que cada índice sobe exatamente a mesma percentagem todos os anos. Na realidade há anos maus, e alguns são negativos.
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Com uma inflação de 2% ao ano — o objetivo de médio prazo do Banco Central Europeu, fixo neste simulador e não uma previsão —, o valor final estimado compraria o mesmo que — compram hoje. Se a inflação for mais alta, sobra menos poder de compra.
Nota metodológica: Os valores são cenários, não previsões. A percentagem de cada índice é um pressuposto declarado, não a média medida de um período concreto — muda o pressuposto e muda todo o resultado. Assume-se que os dividendos (a parte dos lucros que as empresas distribuem) são reinvestidos. Um ETF real terá custos e um resultado diferente, em regra mais baixo. Rentabilidades passadas não garantem as futuras.
IRS Jovem i
Abre para veres todos os detalhes →Opções avançadas
Cenário-base: solteiro, sem dependentes, no continente, com rendimentos só de trabalho por conta de outrem (categoria A), a começar no 1.º ano do regime. Se tens trabalho independente (categoria B), estes valores não se aplicam diretamente. Pressupostos completos por baixo do resultado.
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Este total parte do 1.º ano do regime (100% de isenção) e soma os 10 anos, o que pressupõe que tens 26 anos ou menos a 31 de dezembro desse 1.º ano: o regime deixa de se aplicar a partir do ano em que fazes 36. Se já tens anos de rendimentos das categorias A ou B decorridos, ou mais idade, o teu total é menor. E não é automático: tens de assinalar a opção pelo IRS Jovem na declaração de IRS, todos os anos (vê «Quatro coisas a fazer com este resultado», mais abaixo).
Poupança acumulada, ano a ano
| Ano | % de isenção do ano | Poupança | IRS sem o regime | IRS com o regime | Salário bruto | Rendimento isento | Taxa média |
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A tabela desliza na horizontal em ecrãs estreitos. "Taxa média" é a taxa que resulta de dividir o imposto calculado pelos escalões (a coleta) pelo rendimento sobre o qual se calcula o imposto (o rendimento coletável). É ela que se aplica à parte não isenta: o rendimento isento, apesar de não pagar imposto, entra na conta para definir a taxa que se aplica ao resto (a que a lei chama englobamento). * Isenção limitada ao teto. Quando o rendimento isento é igual ou superior ao rendimento coletável, não sobra nada a tributar e o imposto é zero.
Nota metodológica: cenário-base fixo — contribuinte solteiro, sem dependentes, com rendimentos exclusivamente de trabalho por conta de outrem (categoria A), dedução específica de 4.587,09€ (8,54 × IAS de 2026; o IAS, Indexante dos Apoios Sociais, é o valor de referência que o Estado atualiza todos os anos) ou 11% do bruto quando esse valor é maior, e 250€ de deduções à coleta em ambos os cenários. Os escalões de IRS, a dedução específica e o teto de isenção de 2026 mantêm-se constantes ao longo dos 10 anos simulados, quando na prática a dedução específica e o teto acompanham a atualização anual do IAS e os escalões podem mudar de um ano para o outro — o desvio pode ser para mais ou para menos, por isso os valores dos anos mais distantes são só uma ideia aproximada, não uma previsão. Não desconta a Segurança Social ao teu salário (só a usa, a 11%, para calcular a dedução específica) e assume progressão salarial constante. A versão atual do regime entrou em vigor em 2025 (Lei n.º 45-A/2024, Orçamento do Estado para 2025); o Orçamento do Estado para 2026 não mexeu no artigo 12.º-B do Código do IRS; em 2026 mudam os valores que dependem do IAS, como o teto de isenção, e a tabela geral de escalões do artigo 68.º, que o próprio Orçamento atualizou. A nota metodológica completa está na página do simulador.
Recibos verdes i
Estimativa do que sobra de um recibo verde, depois da retenção de IRS e da Segurança Social. Os campos vêm preenchidos com um exemplo: substitui pelos teus valores.
Abre para veres todos os detalhes →Estimativa simplificada para 2026. Não substitui o cálculo de um contabilista certificado nem contempla regimes especiais, IRS Jovem, deduções específicas da categoria B do IRS (a dos rendimentos de trabalho independente) ou o regime de contabilidade organizada (para quem tem contabilidade completa). Também não cobre a retenção de 16,5% sobre rendimentos de propriedade intelectual ou industrial recebidos pelo titular originário, as regras próprias de quem acumula com trabalho por conta de outrem (isenção de contribuições e cálculo da base de incidência), as isenções de contribuições por pensão de invalidez ou velhice ou por um ano inteiro a pagar só o mínimo, nem advogados e solicitadores, que não estão abrangidos por este regime de trabalhadores independentes. O diferimento da Segurança Social aqui aplicado é o da primeira atividade como independente: quem reinicia atividade, ou pede o enquadramento antecipado, pode começar a contribuir mais cedo. E a dispensa de retenção quando o montante de cada retenção é inferior a 25 € (artigo 101.º-B, n.º 1, alínea d), do CIRS) aplica-se a cada retenção: se o valor que introduzires juntar várias faturas pequenas, a retenção real pode ser inferior à mostrada.
A retenção de IRS mostrada é um adiantamento por conta do IRS final, entregue ao Estado por quem te paga (só há retenção quando o cliente é uma empresa) — não é o imposto definitivo. O valor de IRS que realmente deves só é apurado na declaração anual (Modelo 3, a que entregas todos os anos entre abril e junho), com base em todo o rendimento do ano e nas deduções a que tens direito. Consoante a diferença entre o que foi retido e o que é devido, podes ter reembolso ou imposto adicional a pagar.
A retenção de IRS varia por tipo de atividade; na primeira atividade como independente, a Segurança Social só se paga a partir do 13.º mês.
Sair das dívidas
Avalanche ou bola de neve: qual te tira das dívidas primeiro, e quanto custa a diferença.
Abre para veres todos os detalhes →Queres o relatório detalhado por email? Abre o simulador completo →
Uma linha por dívida: o que ainda deves, a taxa de juro anual e o pagamento mínimo obrigatório. Com uma só dívida, vês em quanto tempo a pagas e quanto custa em juros.
Ainda tens valores de exemplo no simulador: as dívidas marcadas «exemplo» e/ou os 250 € de valor extra. Substitui-os pelos teus antes de tirares conclusões.
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Juro calculado mês a mês sobre o saldo em dívida (taxa anual ÷ 12). Não inclui comissões, seguros associados ao crédito, anuidades de cartão nem penalizações por atraso. Os detalhes do cálculo estão na página do simulador.
Introduz as tuas dívidas para veres as duas estratégias comparadas.
Número de dívidas ainda por pagar, mês a mês
As duas estratégias pagam exatamente o mesmo todos os meses. Só muda a ordem de pagamento.
Quando desaparece cada dívida
Avalanche
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Bola de neve
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Calendário de despesas
Uma linha por despesa: o que gastas com ela num ano inteiro, e os meses em que a pagas. Os meses do IMI dependem do valor a pagar; os do IUC, do ano, do valor e, até ao fim de 2026, da matrícula do veículo. Vê as perguntas frequentes, mais abaixo, antes de os escolheres.
Abre para veres todos os detalhes →Queres o relatório detalhado por email? Abre o simulador completo →
A lista de partida é um exemplo (o calendário do guia sobre orçamento de dezembro). Muda ou apaga cada despesa e escreve as tuas, ou usa «Começar do zero».
Onde estás hoje
A projeção arranca no mês que escolheres, ainda antes da transferência e das despesas desse mês. Se as despesas deste mês já estão pagas e a transferência já foi feita, escolhe o mês seguinte.
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Aritmética simples: total anual a dividir por 12, e um saldo acumulado mês a mês. Não conta juros nem inflação. A nota metodológica completa está na página do simulador.
Preenche as tuas despesas à esquerda para veres o ano completo.
Saldo da conta, mês a mês
Verde: saldo normal · Amarelo: mês mais apertado · Vermelho: sem dinheiro suficiente
Próximas despesas (as 3 seguintes)
O valor mensal é sempre o mesmo, tenha esse mês despesas ou não — é essa constância que faz a conta aguentar os meses caros.
O ano inteiro, mês a mês
| Mês | Entra | Sai | Saldo no fim do mês |
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Neste ecrã, a coluna do que entra está escondida para caber o saldo: é sempre o mesmo valor, todos os meses.
Guias para quem quer perceber, não decorar
Cada guia responde a uma decisão concreta. Onde há estudo científico por trás, ele está citado.
Fundo de emergência: quanto guardar e onde
Quantos meses fazem sentido para o teu tipo de rendimento e onde guardar o dinheiro sem o prender.
organizar e pouparUm orçamento que sobrevive a dezembro
Porque falham os orçamentos em dezembro e como construir um que aguente as despesas irregulares do ano.
crédito e dívidasSair primeiro das dívidas caras
Avalanche ou bola de neve: o que a matemática diz, o que o comportamento diz, e como escolher.
organizar e pouparOnde colocar dinheiro que vais precisar em breve
Depósitos, certificados de aforro e fundos monetários comparados por liquidez, risco e rendimento líquido.
investimentoETF do zero, em português
O que é, como se compra em Portugal, que custos existem e como não escolher o errado à primeira.
crédito e dívidasCrédito habitação: fixa, variável ou mista
Como comparar propostas de verdade, e quando faz sentido amortizar em vez de investir a diferença.
crédito e dívidasCartões de crédito: TAEG, cashback e armadilhas
Como funcionam de verdade, quando compensam e os pontos onde mais gente perde dinheiro sem perceber.
impostosDeclarar criptomoedas no IRS
Mais-valias, staking, a regra dos 365 dias e os erros mais comuns ao preencher o Anexo J.
organizar e pouparPatrimónio líquido: como calcular o teu
A soma que mostra se estás mesmo a ficar mais rico — e um método simples para acompanhar todos os anos.
investimentoAcumulação ou distribuição?
O que muda no imposto e no resultado a longo prazo entre acumular e distribuir dividendos, com um exemplo a 25 anos.
investimentoInvestir tudo de uma vez ou aos poucos
O que os dados históricos dizem sobre lump sum vs faseado, e porque a resposta emocional é diferente da ótima.
investimentoQuanto custa mesmo a tua corretora
Comissões visíveis, spreads, custódia e câmbio: o custo total que ninguém mostra na página de preços.
investimentoConstruir uma carteira simples
Alocação por objetivo e prazo, com o mínimo de produtos possível — porque menos produtos dão menos ocasiões para errar.
comportamentoOs vieses que te custam dinheiro
Aversão à perda, custo irrecuperável, ancoragem e efeito de dotação — cada um com um trabalho académico de referência.
comportamentoPorque tendemos a gastar mais quando estamos tristes
Em média, quem está triste dá mais valor a um produto que ainda não tem. O que os estudos mediram, o que ainda é hipótese e o que fazer.
comportamentoComo o supermercado te faz gastar mais
Preços terminados em 9, sinalética de limite por cliente e o efeito real da música ambiente.
comportamentoNegociar demasiado: o custo escondido
Os dados de milhares de contas reais mostram o custo de mexer na carteira com frequência.
reformaEscolher um PPR sem ser pela publicidade
Comissões, as três formas legais, as condições de resgate e o que a vantagem fiscal vale mesmo no teu caso.
reformaQuanto vais receber de pensão
Como funciona o cálculo em Portugal e como estimar o que falta para o nível de vida que queres.
reformaFIRE explicado sem fantasia
Lean, coast e fat: o que cada variante exige, e os pressupostos que costumam falhar na prática.
impostosDeclarar investimentos no IRS
Mais-valias, dividendos e contas estrangeiras: que anexos preencher e os erros mais comuns.
impostosEnglobar ou ficar pela taxa liberatória
Quando compensa englobar rendimentos de capitais, com exemplos por escalão.
impostosIRS Jovem 2026: o guia completo
Percentagens de isenção ano a ano, o teto de 29.542,15€ com exemplos por faixa salarial, os 10 anos não-consecutivos e os erros mais comuns.
impostosRecibos verdes: IRS, Segurança Social e IVA
IRS, Segurança Social e IVA explicados sem os mitos habituais — a retenção não é 25%, o primeiro ano não é isento, é diferido.
impostosHerança e Imposto do Selo 2026: o guia completo
Quem paga os 10%, quem está isento, meação do cônjuge, contas conjuntas, usufruto e o que acontece no IRS quando venderes.
organizar e pouparOnde rende mais o dinheiro parado
Certificados de Aforro contra depósitos a prazo, em euros líquidos no prazo real: quanto rende cada um num ano e a que taxa empatam.
Comparar antes de assinar
Os mesmos critérios aplicados a todos, com a metodologia explicada em cada tabela. Sem posições patrocinadas escondidas no meio da tabela — e sem números inventados: cada valor tem fonte e data de verificação. Ver todos os comparadores.
Começa pela coluna "Escolhe se…" e só depois olha para os números. Critérios: o que cada corretora cobra em cada parte do custo (comissão de negociação, câmbio e taxas que não aparecem no preço da ordem), o que te cobra se deixares a conta parada, e a proteção do teu dinheiro se ela falhar. Num banco, a garantia de depósitos cobre o dinheiro em conta; a indemnização aos investidores cobre os títulos (ações, ETF) e, numa empresa de investimento, também o dinheiro que lá deixaste para investir, com tetos mais baixos. Nenhuma das duas cobre perdas de mercado. A ordem das corretoras não é um ranking.
Abre para veres todos os detalhes →Comparamos em dois passos: primeiro as três formas legais de PPR (fundo de investimento mobiliário, fundo de pensões aberto e seguro do ramo Vida) e, dentro dos fundos mobiliários, dois produtos concretos, com os números dos documentos oficiais de cada um. O custo anual (nos fundos, a TEC, taxa de encargos correntes) pesa mais no resultado final do que o nome do banco no anúncio.
Três destes produtos têm o capital garantido — pelo Estado, nos Certificados, e até 100.000€ pelo Fundo de Garantia de Depósitos, nos depósitos; o fundo monetário não tem. Em todos, o que decide é a taxa líquida (depois dos 28% de imposto) e a liquidez real: quanto tempo, e a que custo, consegues recuperar o dinheiro se surgir um imprevisto.
Porque é que este site existe
Tomar decisões sobre dinheiro é difícil — e não por falta de inteligência de ninguém, mas porque a informação disponível costuma cair em dois extremos: ou é técnica ao ponto de afastar quem mais precisa dela, ou é motivacional ao ponto de não dizer nada verificável.
É comum encontrar famílias que pagam comissões que não sabiam que existiam, pessoas que adiam a reforma sem perceber o custo real dessa decisão, jovens que ouvem falar de ETF e de PPR mas a quem nunca ninguém explicou a diferença com números à frente. A maior parte destes erros não vem de má sorte — vem de nunca ter havido alguém a explicar a coisa com clareza, sem venda escondida a seguir.
Este projeto nasceu para preencher esse espaço: ajudar famílias portuguesas a tomar decisões de dinheiro com mais informação e menos medo, e contribuir, mesmo que a uma escala pequena, para a educação financeira do país — um guia, um simulador, uma explicação de cada vez.
Explicações claras, com o estudo científico ou a fonte oficial sempre identificados, e ferramentas que fazem as contas por ti em vez de te pedirem fé.
Não vendemos produtos financeiros nem recebemos comissões para recomendar um em concreto. Quando existir uma ligação de afiliado, está assinalada de forma visível — nunca escondida no meio de uma recomendação.
Quem revê e valida o que publicamos, e como trabalhamos: Quem somos.
Verificação frase a frase
Cada afirmação com base empírica tem a fonte identificada. O que é opinião é apresentado como opinião.
Fontes que já foram retiradas ficam de fora
Estudos retratados ou com falhas de replicação conhecidas não entram, mesmo quando são populares.
As contas são mostradas
Os simuladores explicam os pressupostos usados, para poderes discordar deles com conhecimento de causa.
Os números são verificáveis
Cada simulador explica como calcula e, quando usa valores oficiais — tabelas de IRS, taxas da Segurança Social, limites do Banco de Portugal — indica a fonte. Não é uma caixa preta.
Atualizado quando a lei muda
Quando um limite oficial muda — como a taxa de esforço recomendada pelo Banco de Portugal, reduzida para 45% em agosto de 2026 — os simuladores são atualizados, não ficam à espera de alguém reparar.
Isto não é aconselhamento financeiro
É informação e educação. Decisões sobre o teu património são tuas, idealmente com apoio profissional certificado.
Investigação apoiada por IA, decisão sempre humana
Usamos inteligência artificial para pesquisar e preparar os textos. Os números e as fontes são conferidos nos documentos originais e nada se publica sem a revisão e aprovação humana.
Antes de investires os primeiros 1.000 €
As 9 verificações que fazem a diferença entre começar bem e ter de desfazer erros caros mais tarde — da conta certa à corretora certa, antes de carregar em "comprar".
O que as pessoas costumam perguntar
Fica a par das novidades
Enviamos um email quando publicamos um guia, simulador ou comparador novo, ou quando algo importante muda. Cancelas quando quiseres.