Simuladores, comparadores e guias gratuitos · atualizados para 2026 ✉ Receber novidades

O teu dinheiro não precisa de sorte. Precisa de método.

Educação financeira não devia ser um privilégio. Ajudamos-te a perceber o teu dinheiro e a decidir com calma: guias que explicam cada palavra difícil, simuladores e comparadores que fazem as contas, tudo com fontes que podes confirmar, do fundo de emergência ao primeiro ETF e à reforma.

Não sabes por onde começar? Vê o percurso para iniciantes →

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simuladores gratuitos
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comparadores
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Quanto valeria o teu investimento? i

Valores de exemplo: ajusta-os aos teus. Com base na rentabilidade histórica aproximada de cada índice.

— €
valor estimado no fim do período
o que investiste—
crescimento estimado—
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ferramentas

Simuladores que respondem a perguntas concretas

Sem registo, sem custo e sem email para fazer as contas. Escreve os teus números e vê o resultado na hora.

Juros compostos

Quanto vale a tua poupança daqui a alguns anos, separando o que pões de teu dos juros que o dinheiro rende.

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Usar a mesma rentabilidade todos os anos é uma simplificação: no mercado, os valores oscilam e há anos com perdas. Deixa 0 nos campos que não se aplicam.

Valor final estimado, em euros do futuro, antes dos impostos que a taxa não desconta
—

Com uma rentabilidade positiva, quanto mais tempo passa, maior é a fatia dos juros no total: nos primeiros anos, a maior parte do valor é o que puseste de teu.

O que pões de teu—
Juros acumulados—

Com uma inflação de 2% ao ano — o objetivo de médio prazo do Banco Central Europeu, fixo neste simulador e não uma previsão —, este valor compraria o mesmo que — compram hoje. Se a inflação for mais alta, sobra menos poder de compra.

Número FIRE

Os valores já preenchidos são só um exemplo: troca-os pelos teus e o resultado atualiza-se.

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Património necessário
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Anos até lá—
Parte do orçamento que poupas, se hoje gastas o mesmo que indicaste—
Do total, quanto é dinheiro teu e quanto é crescimento do investimento (no dia em que atinges o objetivo, ou à idade-alvo no Coast FIRE)

Reforma e renda mensal

Quanto acumulas até à idade da reforma e que renda mensal isso pode gerar.

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Renda estimada pela regra dos 4%: retiras 4% do capital no primeiro ano de reforma e, na formulação original da regra, esse valor mantém-se nos anos seguintes, atualizado pela inflação, deixando o resto investido. Não inclui a pensão da Segurança Social nem impostos.

Capital acumulado à data da reforma (em euros futuros)
—

Com uma inflação de 2% ao ano — o valor que o Banco Central Europeu tem como objetivo de médio prazo, aqui usado como pressuposto fixo —, o mesmo dinheiro compra menos daqui a uns anos. Em poder de compra de hoje, este capital equivaleria a — e a renda mensal a —/mês, e não aos valores em euros futuros.

A renda mensal é o complemento que o teu capital pode gerar: soma-lhe a pensão pública para teres o rendimento total na reforma. Assume uma retirada de 4% no primeiro ano de reforma e é antes de impostos.

Renda mensal em euros de hoje (antes de impostos) — o valor a comparar com as tuas despesas atuais—
Renda mensal em euros futuros (antes de impostos)—
Tempo até à reforma—

Simulação ilustrativa, com pressupostos de set. 2026: retirada de 4% no primeiro ano de reforma e inflação de 2% ao ano, ambos fixos ao longo de todo o período. Não é aconselhamento financeiro, e os rendimentos passados não garantem os futuros.

Fundo de emergência

Quanto devias ter de lado e em quanto tempo lá chegas, se poupares todos os meses o valor que indicares.

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Pontos de partida do guia: 3 a 4 meses com emprego muito estável, sem dependentes e pouco endividamento; 5 a 6 com dependentes ou um só rendimento no agregado; 9 a 12 com trabalho independente ou rendimento muito irregular.

Este cálculo não conta os juros que o dinheiro possa render, nem a subida dos preços. O tempo depende só do que poupares por mês. Escreve os valores sem ponto nos milhares (1400, e não 1.400).

Total a ter de lado · valores de exemplo
—

É este o valor que te dá tranquilidade se ficares sem rendimento. Não é para investir: o objetivo é poderes usá-lo de um dia para o outro, e não render o máximo.

—

Ainda falta—
Meses até completares—

Objetivo de poupança

Tens uma meta e uma data. Quanto tens de pôr de lado todos os meses?

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Precisas de poupar por mês
—

Indica o objetivo, o que já tens e o prazo para veres quanto tens de poupar por mês.

O que pões (com o que já tens)—
Quanto vem do rendimento—

Escreve a taxa já líquida de imposto: o cálculo não desconta impostos nem comissões, e as comissões, se as houver, baixam o que efetivamente recebes. Para prazos de 5 anos ou menos, taxas de rendimento elevadas implicam risco de chegar à data com menos do que precisas: não uses mais do que a taxa líquida de um produto sem risco. Os 3% que o simulador traz são só um exemplo: em setembro de 2026 estão acima do que os produtos sem risco pagam em termos líquidos (cerca de 1,7% a 2,3% no comparador de poupança de baixo risco); troca-os pela taxa que se aplica ao teu caso. Este cálculo assume uma taxa constante todos os anos (os mercados reais oscilam e podem ter anos de perdas).

Crédito habitação

Prestação mensal estimada e taxa de esforço, com e sem choque de taxa. Os campos vêm preenchidos com um exemplo: substitui pelos teus valores.

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Estimativa de prestação de capital e juros, com prestação constante e taxa fixa (o valor não muda ao longo do prazo; também se chama sistema francês). Num crédito de taxa variável, a prestação muda a cada revisão da taxa prevista no contrato, por isso o resultado vale para a taxa que indicares. Não inclui seguros, comissões nem Imposto do Selo (o imposto cobrado sobre o crédito). Os limites do Banco de Portugal são recomendações às instituições, correspondem a valores máximos e não substituem a avaliação de solvabilidade que o banco te faz: ficar abaixo deles não obriga ninguém a aprovar-te o crédito.

Prestação mensal estimada
—
Taxa de esforço com choque de taxa: o DSTI numa taxa variável (na mista, vê abaixo)—
Taxa de esforço sem choque: o DSTI numa taxa fixa para todo o prazo—
Empréstimo máximo dentro dos 45% (com o choque mínimo)—
Total de juros pagos (sem seguros nem comissões)—

—

Salário líquido i

Estimativa do que sobra ao fim do mês, depois de Segurança Social e retenção de IRS.

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Outros rendimentos deste mês (opcional)

Tabelas I, II e III (Continente, 2026). Não contempla Açores e Madeira, deficiência com grau reconhecido para efeitos fiscais, IRS Jovem, subsídios pagos em duodécimos (repartidos pelos 12 meses) nem trabalho suplementar (horas extra). Confirma sempre com o teu recibo de vencimento ou a Autoridade Tributária.

Salário líquido estimado
—

Desconta-se 11% para a Segurança Social (taxa do regime geral) sobre o rendimento sujeito: tudo exceto a parte do subsídio de alimentação dentro do limite isento e os valores marcados como "só IRS". O IRS retido depende do escalão (cada faixa de rendimento tem a sua taxa), da situação familiar e dos dependentes. É um valor mensal estimado, não o IRS final do ano.

Salário bruto total (inclui subsídio de alimentação)—
Subsídio de alimentação—

—

Inflação e poder de compra

Preenche os três campos e vê o resultado: quanto valerá este dinheiro daqui a alguns anos, em euros de hoje.

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O IPC (Índice de Preços no Consumidor, o indicador oficial da subida dos preços, calculado pelo INE) teve uma variação média anual de 2,3% em 2025. Em agosto de 2026, os preços estavam 3,3% acima dos de agosto de 2025 e, em média, nos 12 meses até agosto, 2,7% acima dos 12 meses anteriores. Começamos com 2,5%, entre o objetivo de 2% a médio prazo do Banco Central Europeu para a área do euro e essa subida média de 2,7%; muda-o se quiseres testar outro cenário. O cálculo assume uma taxa constante todos os anos, o que na prática não acontece — a inflação varia de ano para ano; o IPC é também uma média nacional, que pode não corresponder à inflação que sentes no teu próprio orçamento. Este resultado é uma ilustração, não uma previsão.

Valor futuro, em euros de hoje
—

Se este dinheiro ficar parado, sem render, compra menos com o passar dos anos.

Perda de poder de compra (em euros de hoje)—
Para manteres o poder de compra, precisarias de ter—

Amortização antecipada

Quanto poupas em juros e quanto tempo encurtas o crédito ao entregar ao banco um valor extra agora, além das prestações (a isto chama-se amortização antecipada).

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Escreve os montantes sem pontos nem espaços a separar os milhares (por exemplo, 150000, e não 150.000). Pressupostos: taxa de juro constante até ao fim e prestação só com capital e juros, sem seguros. É uma estimativa, não aconselhamento financeiro.

Juros poupados (antes da comissão e do Imposto do Selo)
—

Não estão incluídos a comissão de amortização nem o Imposto do Selo — confirma os valores no teu contrato ou junto do teu banco.

Prazo encurta em—
Nova duração—

Simulador de IMT 2026

Imposto Municipal sobre Transmissões, com as tabelas oficiais em vigor desde janeiro de 2026.

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Condições: até 35 anos (inclusive) no dia da escritura, primeira compra de casa para morar, não ser dependente de ninguém no IRS do ano da compra e não ser nem ter sido, nos 3 anos anteriores, dono de uma casa, de parte dela ou de um direito sobre ela, como o usufruto. Se compram a dois, em partes iguais, e só um cumpre, escolhe «Não» e divide o IMT por dois (só até 330.539€; 413.174€ nas Regiões Autónomas).

Não inclui o Imposto do Selo (um imposto à parte, de 0,8% sobre o valor da compra, salvo isenção; no IMT Jovem, o Selo também tem isenção parcial, até 2.644,31€ de Selo isento no Continente; nas Regiões Autónomas, confirma o limite com a Autoridade Tributária), nem casos especiais (paraísos fiscais, zonas de reabilitação urbana, casas compradas por imobiliárias para revenda).

IMT estimado
—

—

Valor considerado no cálculo—
Taxa efetiva (IMT ÷ valor do imóvel)—
Regra aplicada—

Não inclui o Imposto do Selo (um imposto à parte, de 0,8% sobre o mesmo valor do IMT, salvo isenção; no IMT Jovem, o Selo fica isento até 2.644,31€ no Continente, o Selo de uma casa de 330.539€; nas Regiões Autónomas, confirma o limite com a Autoridade Tributária), nem casos especiais: empresas com domicílio fiscal em países ou territórios de tributação privilegiada (paraísos fiscais) ou controladas a partir deles, imóveis em zonas de reabilitação urbana, habitações de custos controlados em municípios que aprovaram o benefício (artigo 45.º-B do Estatuto dos Benefícios Fiscais) e casas compradas por imobiliárias para revenda. Nesses casos, confirma com a Autoridade Tributária ou um profissional.

Índices Bolsistas

Escolhe até 3 índices bolsistas (listas de empresas usadas como referência de um mercado) para comparar lado a lado, com base na rentabilidade histórica aproximada de cada um. Já marcámos dois exemplos (S&P 500 e MSCI World); muda à vontade.

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O simulador assume que cada índice sobe exatamente a mesma percentagem todos os anos. Na realidade há anos maus, e alguns são negativos.

Valor final estimado
—

—

Com uma inflação de 2% ao ano — o objetivo de médio prazo do Banco Central Europeu, fixo neste simulador e não uma previsão —, o valor final estimado compraria o mesmo que — compram hoje. Se a inflação for mais alta, sobra menos poder de compra.

Total investido e ganho estimado (índice com o valor mais alto: —)

Nota metodológica: Os valores são cenários, não previsões. A percentagem de cada índice é um pressuposto declarado, não a média medida de um período concreto — muda o pressuposto e muda todo o resultado. Assume-se que os dividendos (a parte dos lucros que as empresas distribuem) são reinvestidos. Um ETF real terá custos e um resultado diferente, em regra mais baixo. Rentabilidades passadas não garantem as futuras.

IRS Jovem i

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Opções avançadas

Cenário-base: solteiro, sem dependentes, no continente, com rendimentos só de trabalho por conta de outrem (categoria A), a começar no 1.º ano do regime. Se tens trabalho independente (categoria B), estes valores não se aplicam diretamente. Pressupostos completos por baixo do resultado.

Poupança fiscal acumulada (10 anos, desde o 1.º ano do regime)
—

—

Este total parte do 1.º ano do regime (100% de isenção) e soma os 10 anos, o que pressupõe que tens 26 anos ou menos a 31 de dezembro desse 1.º ano: o regime deixa de se aplicar a partir do ano em que fazes 36. Se já tens anos de rendimentos das categorias A ou B decorridos, ou mais idade, o teu total é menor. E não é automático: tens de assinalar a opção pelo IRS Jovem na declaração de IRS, todos os anos (vê «Quatro coisas a fazer com este resultado», mais abaixo).

Poupança acumulada, ano a ano

Poupança média por ano—
IRS pago sem o regime (10 anos)—
IRS pago com o regime (10 anos)—
Ano% de isenção do anoPoupançaIRS sem o regimeIRS com o regimeSalário brutoRendimento isentoTaxa média

A tabela desliza na horizontal em ecrãs estreitos. "Taxa média" é a taxa que resulta de dividir o imposto calculado pelos escalões (a coleta) pelo rendimento sobre o qual se calcula o imposto (o rendimento coletável). É ela que se aplica à parte não isenta: o rendimento isento, apesar de não pagar imposto, entra na conta para definir a taxa que se aplica ao resto (a que a lei chama englobamento). * Isenção limitada ao teto. Quando o rendimento isento é igual ou superior ao rendimento coletável, não sobra nada a tributar e o imposto é zero.

Nota metodológica: cenário-base fixo — contribuinte solteiro, sem dependentes, com rendimentos exclusivamente de trabalho por conta de outrem (categoria A), dedução específica de 4.587,09€ (8,54 × IAS de 2026; o IAS, Indexante dos Apoios Sociais, é o valor de referência que o Estado atualiza todos os anos) ou 11% do bruto quando esse valor é maior, e 250€ de deduções à coleta em ambos os cenários. Os escalões de IRS, a dedução específica e o teto de isenção de 2026 mantêm-se constantes ao longo dos 10 anos simulados, quando na prática a dedução específica e o teto acompanham a atualização anual do IAS e os escalões podem mudar de um ano para o outro — o desvio pode ser para mais ou para menos, por isso os valores dos anos mais distantes são só uma ideia aproximada, não uma previsão. Não desconta a Segurança Social ao teu salário (só a usa, a 11%, para calcular a dedução específica) e assume progressão salarial constante. A versão atual do regime entrou em vigor em 2025 (Lei n.º 45-A/2024, Orçamento do Estado para 2025); o Orçamento do Estado para 2026 não mexeu no artigo 12.º-B do Código do IRS; em 2026 mudam os valores que dependem do IAS, como o teto de isenção, e a tabela geral de escalões do artigo 68.º, que o próprio Orçamento atualizou. A nota metodológica completa está na página do simulador.

Recibos verdes i

Estimativa do que sobra de um recibo verde, depois da retenção de IRS e da Segurança Social. Os campos vêm preenchidos com um exemplo: substitui pelos teus valores.

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i

Estimativa simplificada para 2026. Não substitui o cálculo de um contabilista certificado nem contempla regimes especiais, IRS Jovem, deduções específicas da categoria B do IRS (a dos rendimentos de trabalho independente) ou o regime de contabilidade organizada (para quem tem contabilidade completa). Também não cobre a retenção de 16,5% sobre rendimentos de propriedade intelectual ou industrial recebidos pelo titular originário, as regras próprias de quem acumula com trabalho por conta de outrem (isenção de contribuições e cálculo da base de incidência), as isenções de contribuições por pensão de invalidez ou velhice ou por um ano inteiro a pagar só o mínimo, nem advogados e solicitadores, que não estão abrangidos por este regime de trabalhadores independentes. O diferimento da Segurança Social aqui aplicado é o da primeira atividade como independente: quem reinicia atividade, ou pede o enquadramento antecipado, pode começar a contribuir mais cedo. E a dispensa de retenção quando o montante de cada retenção é inferior a 25 € (artigo 101.º-B, n.º 1, alínea d), do CIRS) aplica-se a cada retenção: se o valor que introduzires juntar várias faturas pequenas, a retenção real pode ser inferior à mostrada.

como ler este resultado

A retenção de IRS mostrada é um adiantamento por conta do IRS final, entregue ao Estado por quem te paga (só há retenção quando o cliente é uma empresa) — não é o imposto definitivo. O valor de IRS que realmente deves só é apurado na declaração anual (Modelo 3, a que entregas todos os anos entre abril e junho), com base em todo o rendimento do ano e nas deduções a que tens direito. Consoante a diferença entre o que foi retido e o que é devido, podes ter reembolso ou imposto adicional a pagar.

Líquido mensal estimado (antes do acerto final do IRS)
—

A retenção de IRS varia por tipo de atividade; na primeira atividade como independente, a Segurança Social só se paga a partir do 13.º mês.

Retenção de IRS—
Segurança Social—
Faturação deste ano face ao limite de IVA—

Sair das dívidas

Avalanche ou bola de neve: qual te tira das dívidas primeiro, e quanto custa a diferença.

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Uma linha por dívida: o que ainda deves, a taxa de juro anual e o pagamento mínimo obrigatório. Com uma só dívida, vês em quanto tempo a pagas e quanto custa em juros.

Ainda tens valores de exemplo no simulador: as dívidas marcadas «exemplo» e/ou os 250 € de valor extra. Substitui-os pelos teus antes de tirares conclusões.

—

Juro calculado mês a mês sobre o saldo em dívida (taxa anual ÷ 12). Não inclui comissões, seguros associados ao crédito, anuidades de cartão nem penalizações por atraso. Os detalhes do cálculo estão na página do simulador.

Diferença em juros totais
—
A bola de neve paga a 1.ª dívida
—

Introduz as tuas dívidas para veres as duas estratégias comparadas.

Número de dívidas ainda por pagar, mês a mês

Avalanche · sem dívidas em—
Bola de neve · sem dívidas em—
Avalanche · juros totais—
Bola de neve · juros totais—
Avalanche · 1.ª dívida paga—
Bola de neve · 1.ª dívida paga—

As duas estratégias pagam exatamente o mesmo todos os meses. Só muda a ordem de pagamento.

Quando desaparece cada dívida

Avalanche

—

Bola de neve

—

Calendário de despesas

Uma linha por despesa: o que gastas com ela num ano inteiro, e os meses em que a pagas. Os meses do IMI dependem do valor a pagar; os do IUC, do ano, do valor e, até ao fim de 2026, da matrícula do veículo. Vê as perguntas frequentes, mais abaixo, antes de os escolheres.

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A lista de partida é um exemplo (o calendário do guia sobre orçamento de dezembro). Muda ou apaga cada despesa e escreve as tuas, ou usa «Começar do zero».

Onde estás hoje

A projeção arranca no mês que escolheres, ainda antes da transferência e das despesas desse mês. Se as despesas deste mês já estão pagas e a transferência já foi feita, escolhe o mês seguinte.

—

Aritmética simples: total anual a dividir por 12, e um saldo acumulado mês a mês. Não conta juros nem inflação. A nota metodológica completa está na página do simulador.

A transferir todos os meses
—
Saldo mais baixo do ano
—

Preenche as tuas despesas à esquerda para veres o ano completo.

Saldo da conta, mês a mês

Verde: saldo normal · Amarelo: mês mais apertado · Vermelho: sem dinheiro suficiente

Próximas despesas (as 3 seguintes)

Reforço inicial—
Total anual destas despesas—
Mês com mais despesas—
Saldo mais alto do ano—

O valor mensal é sempre o mesmo, tenha esse mês despesas ou não — é essa constância que faz a conta aguentar os meses caros.

O ano inteiro, mês a mês

Projeção da conta de despesas irregulares ao longo de 12 meses
MêsEntraSaiSaldo no fim do mês

—

Neste ecrã, a coluna do que entra está escondida para caber o saldo: é sempre o mesmo valor, todos os meses.

biblioteca

Guias para quem quer perceber, não decorar

Cada guia responde a uma decisão concreta. Onde há estudo científico por trás, ele está citado.

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Sair primeiro das dívidas caras

Avalanche ou bola de neve: o que a matemática diz, o que o comportamento diz, e como escolher.

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organizar e poupar

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19 min · atualizado outubro de 2026
comparar

Comparar antes de assinar

Os mesmos critérios aplicados a todos, com a metodologia explicada em cada tabela. Sem posições patrocinadas escondidas no meio da tabela — e sem números inventados: cada valor tem fonte e data de verificação. Ver todos os comparadores.

Começa pela coluna "Escolhe se…" e só depois olha para os números. Critérios: o que cada corretora cobra em cada parte do custo (comissão de negociação, câmbio e taxas que não aparecem no preço da ordem), o que te cobra se deixares a conta parada, e a proteção do teu dinheiro se ela falhar. Num banco, a garantia de depósitos cobre o dinheiro em conta; a indemnização aos investidores cobre os títulos (ações, ETF) e, numa empresa de investimento, também o dinheiro que lá deixaste para investir, com tetos mais baixos. Nenhuma das duas cobre perdas de mercado. A ordem das corretoras não é um ranking.

Abre para veres todos os detalhes →

Comparamos em dois passos: primeiro as três formas legais de PPR (fundo de investimento mobiliário, fundo de pensões aberto e seguro do ramo Vida) e, dentro dos fundos mobiliários, dois produtos concretos, com os números dos documentos oficiais de cada um. O custo anual (nos fundos, a TEC, taxa de encargos correntes) pesa mais no resultado final do que o nome do banco no anúncio.

Se procuras capital garantidoSeguro PPR tradicional (confirma a garantia na ficha do produto)
Fundo com até 100% em açõesOptimize PPR Agressivo
Fundo com mais de 50% em obrigaçõesAlves Ribeiro PPR/OICVM
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Três destes produtos têm o capital garantido — pelo Estado, nos Certificados, e até 100.000€ pelo Fundo de Garantia de Depósitos, nos depósitos; o fundo monetário não tem. Em todos, o que decide é a taxa líquida (depois dos 28% de imposto) e a liquidez real: quanto tempo, e a que custo, consegues recuperar o dinheiro se surgir um imprevisto.

Certificados de AforroDívida pública, resgate a partir do 4.º mês
Certificados do Tesouro Série 5Taxa fixada à partida por 10 anos, sem resgate no 1.º ano
Fundo monetárioVendes em qualquer dia útil, sem capital garantido
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Porque é que este site existe

Tomar decisões sobre dinheiro é difícil — e não por falta de inteligência de ninguém, mas porque a informação disponível costuma cair em dois extremos: ou é técnica ao ponto de afastar quem mais precisa dela, ou é motivacional ao ponto de não dizer nada verificável.

É comum encontrar famílias que pagam comissões que não sabiam que existiam, pessoas que adiam a reforma sem perceber o custo real dessa decisão, jovens que ouvem falar de ETF e de PPR mas a quem nunca ninguém explicou a diferença com números à frente. A maior parte destes erros não vem de má sorte — vem de nunca ter havido alguém a explicar a coisa com clareza, sem venda escondida a seguir.

Este projeto nasceu para preencher esse espaço: ajudar famílias portuguesas a tomar decisões de dinheiro com mais informação e menos medo, e contribuir, mesmo que a uma escala pequena, para a educação financeira do país — um guia, um simulador, uma explicação de cada vez.

Explicações claras, com o estudo científico ou a fonte oficial sempre identificados, e ferramentas que fazem as contas por ti em vez de te pedirem fé.

Não vendemos produtos financeiros nem recebemos comissões para recomendar um em concreto. Quando existir uma ligação de afiliado, está assinalada de forma visível — nunca escondida no meio de uma recomendação.

Quem revê e valida o que publicamos, e como trabalhamos: Quem somos.

Verificação frase a frase

Cada afirmação com base empírica tem a fonte identificada. O que é opinião é apresentado como opinião.

Fontes que já foram retiradas ficam de fora

Estudos retratados ou com falhas de replicação conhecidas não entram, mesmo quando são populares.

As contas são mostradas

Os simuladores explicam os pressupostos usados, para poderes discordar deles com conhecimento de causa.

Os números são verificáveis

Cada simulador explica como calcula e, quando usa valores oficiais — tabelas de IRS, taxas da Segurança Social, limites do Banco de Portugal — indica a fonte. Não é uma caixa preta.

Atualizado quando a lei muda

Quando um limite oficial muda — como a taxa de esforço recomendada pelo Banco de Portugal, reduzida para 45% em agosto de 2026 — os simuladores são atualizados, não ficam à espera de alguém reparar.

Isto não é aconselhamento financeiro

É informação e educação. Decisões sobre o teu património são tuas, idealmente com apoio profissional certificado.

Investigação apoiada por IA, decisão sempre humana

Usamos inteligência artificial para pesquisar e preparar os textos. Os números e as fontes são conferidos nos documentos originais e nada se publica sem a revisão e aprovação humana.

checklist gratuita

Antes de investires os primeiros 1.000 €

As 9 verificações que fazem a diferença entre começar bem e ter de desfazer erros caros mais tarde — da conta certa à corretora certa, antes de carregar em "comprar".

01 Confirmar que já tens o fundo de emergência feito
02 Escolher entre acumulação e distribuição antes de escolher o ETF
03 Comparar o custo total da corretora, não só a comissão anunciada
04 Perceber o que vais declarar no IRS antes de venderes seja o que for
05 Definir o valor mensal antes de escolheres o produto
06 Confirmar que o ETF é UCITS e onde está domiciliado
07 Verificar se o ETF novo não repete o que já tens
08 Saber quem te protege, e até que valor, se a tua corretora falir
09 Guardar desde a primeira compra o registo de data, preço e quantidade

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perguntas frequentes

O que as pessoas costumam perguntar

Não. É informação e educação financeira. Não conhecemos a tua situação patrimonial, fiscal ou familiar, e nenhum conteúdo aqui deve ser tratado como recomendação personalizada. Para decisões relevantes, procura um profissional certificado pela CMVM ou ASF.
As contas estão corretas para os pressupostos indicados — que são simplificações. Rendimentos constantes não existem no mundo real, e a inflação, impostos e comissões alteram o resultado. Cada simulador diz que pressupostos usa.
Hoje o site é gratuito. No futuro, as receitas virão de produtos digitais próprios, de sessões individuais e, quando existirem, de ligações de afiliado devidamente assinaladas. Nenhum comparador altera a ordem por pagamento.
Não. A ordem que faz sentido para quase toda a gente é: sair de dívida cara, construir fundo de emergência, só depois investir. As duas primeiras etapas fazem-se com o que já ganhas.
Porque a maior parte dos "factos" que circulam sobre psicologia do dinheiro vem de fontes que nunca foram replicadas — ou que foram retiradas. Citar permite-te verificar em vez de acreditar.
Os simuladores correm inteiramente no teu navegador e os valores que escreves não são enviados nem guardados. A exceção são os relatórios detalhados por email dos simuladores que os oferecem, e só se os pedires: aí enviamos o teu email e os números do cálculo (os resultados e os valores que escreveste, ou parte deles, como o ecrã de cada simulador explica antes do pedido) e guardamo-los até nos pedires para os apagar, como explica a política de privacidade. Nunca recebemos texto livre que escrevas no cálculo (a única exceção é o teu nome, se pedires também as novidades). O email que deixares num formulário fica registado.
Sim, e é de onde vêm os melhores. Responde a qualquer email da newsletter ou usa as redes sociais.
Fazemos sessões de literacia financeira para equipas. Fala connosco por email para saber formatos e disponibilidade.

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Enviamos um email quando publicamos um guia, simulador ou comparador novo, ou quando algo importante muda. Cancelas quando quiseres.

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