Descobre quanto devias ter guardado como fundo de emergência, e em quanto tempo lá chegas se continuares a poupar ao ritmo atual. O cálculo corre inteiramente no teu browser.
Fundo de emergência
Quanto devias ter de lado e em quanto tempo lá chegas ao ritmo atual.
Rendimento incerto ou trabalho independente justifica aproximar-se dos 9-12 meses.
Este dinheiro não é investimento: o objetivo é estar disponível amanhã, não render o máximo.
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Como funciona o cálculo
O alvo do fundo é calculado multiplicando as tuas despesas mensais pelo número de meses de segurança que quiseres ter guardados. A esse valor subtrai-se o que já tens especificamente reservado para este fim, e divide-se o que falta pela tua poupança mensal disponível, para estimar quantos meses faltam até completares o fundo.
Perguntas frequentes
3 a 6 meses é o padrão mais comum para rendimento estável. Se tens rendimento variável, trabalho independente ou instabilidade profissional, faz mais sentido aproximares-te dos 9-12 meses.
Em produtos líquidos e de baixo risco, que possas mobilizar rapidamente sem perdas — depósitos à ordem, contas poupança ou certificados de aforro de curto prazo. O objetivo não é rentabilidade, é disponibilidade imediata.
Não é recomendado. A função do fundo de emergência é estar disponível sem risco de perda de capital exatamente quando precisas dele, o que normalmente coincide com períodos de instabilidade financeira ou de mercado.
O alvo é as tuas despesas mensais multiplicadas pelo número de meses de segurança que definires. A esse valor subtrai-se o que já tens guardado especificamente para este fim, resultando no montante que ainda falta acumular.
Tudo o que precisas para viver um mês normal: habitação, alimentação, transporte, contas e outras despesas recorrentes. Despesas anuais irregulares, como seguros pagos de uma vez, não devem entrar neste valor.