Tens um valor-alvo e uma data em mente? Descobre quanto precisas de poupar todos os meses para lá chegares, considerando o que já tens e o crescimento esperado do investimento. O cálculo corre inteiramente no teu browser.
Objetivo de poupança
Tens uma meta e uma data. Quanto tens de pôr de lado todos os meses?
Para prazos abaixo de 5 anos, taxas de rendimento elevadas implicam risco de chegar à data com menos do que precisas.
Metas específicas e datadas cumprem-se mais do que intenções vagas — é dos efeitos mais replicados na literatura de definição de objetivos (Locke & Latham).
Como funciona o cálculo
O simulador projeta primeiro o que já tens guardado até à data-alvo, à taxa de retorno esperada. A diferença entre o teu objetivo e esse valor projetado é depois convertida num reforço mensal constante, usando a fórmula de anuidades, que já tem em conta o crescimento composto de cada reforço ao longo do prazo restante.
Perguntas frequentes
O simulador projeta primeiro o que já tens investido até à data-alvo, à taxa de retorno esperada. À diferença entre o teu objetivo e esse valor projetado, aplica-se a fórmula de pagamentos mensais necessários para lá chegar no prazo definido, já considerando o crescimento composto desses reforços.
Para prazos abaixo de 5 anos, é prudente usar uma taxa conservadora (0-3%), porque investimentos com maior potencial de retorno também têm maior volatilidade, e podes precisar do dinheiro numa data fixa, sem margem para esperar por uma recuperação de mercado.
É a diferença entre o teu objetivo final e a soma de tudo o que efetivamente poupaste (o que já tinhas mais todos os reforços mensais) — ou seja, quanto do objetivo foi atingido só com o crescimento composto do dinheiro, sem esforço adicional teu.
É um dos efeitos mais replicados na literatura de definição de objetivos (Locke & Latham): metas específicas e com prazo definido geram mais compromisso e mais probabilidade de cumprimento do que intenções vagas como 'poupar mais'.
Sim, mas a taxa de retorno que faz sentido usar muda com o prazo: para horizontes longos podes considerar taxas mais próximas das de mercado de ações; para horizontes curtos, taxas mais conservadoras protegem-te de teres menos do que precisas na data-alvo.